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50 Tons de Cinza - O Filme


Foto: Divulgação



Baseado no livro homônimo da trilogia erótica de E.L. James, no filme acompanhamos o relacionamento amoroso entre Anastasia Steele, uma estudante e o playboy Christian Grey.  Em quase duas horas de projeção, cerca de 20 minutos são de sexo. Sem nú frontal, aparece pelos púbicos aqui e ali e os bumbuns de ambos, embora a nudez dela seja mais explorada. Nas cenas do quarto de jogos, Christian aparece quase sempre de calças e sem camisa.  São duas ou três cenas ousadas para os padrões hollywoodianos que costuma despir seus atores, mas não sabem como lidar com a nudez.



Foto: Divulgação
O texto é fraco, os diálogos são ruins, foram felizes ao escolher Dakota Johnson para o elenco,  uma atriz bonita com corpo de mulher normal, sem silicone ou carão de modelo ela nos convence no papel de Anastasia. Já o seu colega Jamie Dornan tem uma atuação robótica e monótona, não convence como o “dominador” que ele insiste em repetir que é. 



Os personagens secundários são completamente dispensáveis, já que não contribuem em nada para o desenvolvimento dos protagonistas ou da narrativa, a trilha sonora cheias de canções pop é boa, mas não funciona muito bem quando é usada em cenas de sexo.


Foto: Divulgação


Vendido para o público como um filme erótico, 50 Tons de Cinza parece mais uma comédia romântica. A diretora Sam Taylor-Johnson bem que tentou fazer um bom trabalho diante das limitações (criativas) que teve de lidar desde o início da produção.



Texto: Núbia Almeida

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